II Seminário Saúde Mental Sucesso Acadêmico e Ações Afirmativas: 15, 16, 17 e 18 de Dezembro

O Grupo de Pesquisa Psicologia e Relações Étnico-Raciais convida todes para o II Seminário Saúde Mental, Sucesso Acadêmico e Ações Afirmativas. O evento acontecerá nos dias 15, 16, 17 e 18 de Dezembro e será transmitido pelo YouTube no canal do Instituto de Psicologia da USP (https://www.youtube.com/c/PsicologiaUSP).

O evento busca promover um espaço de debate e reflexão para propostas de ações de proteção e promoção da saúde mental de estudantes universitários. Convidamos estudantes, pesquisadores(as), profissionais de saúde e gestores(as) de Instituições de Ensino Superior para participar e construir esse debate!

O II Seminário Saúde Mental, Sucesso Acadêmico e Ações Afirmativas é realizado em parceira com a Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Assistência Estudantil da Universidade Federal da Bahia (PROAE-UFBA), o Escritório de Saúde Mental da Universidade de São Paulo (ESM-USP) e o Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (IP-USP). O evento conta com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP).

Haverá emissão de certificado de participação. Para realizar sua inscrição clique onde está indicado no cartaz ou acesse o link: https://forms.gle/vd76ocZJYisirYJF8. A confirmação da participação se dará mediante preenchimento de lista de presença a ser compartilhada via chat no YouTube no dia da transmissão de cada mesa.

Esperamos a presença de todes!

Seminário aberto 08/11: “Cotas raciais e fraudes: um relato de experiência de escuta a estudantes da Faculdade de Medicina da USP”.

Grupo de Pesquisa Psicologia e Relações Étnico-Raciais convida todes para o seminário aberto “Cotas raciais e fraudes: um relato de experiência de escuta a estudantes da Faculdade de Medicina da USP”, apresentado por Fernanda Nardoni e Maico Fernando Costa.

Fernanda Nardoni é psicóloga graduada pelo Instituto de Psicologia da USP. Mestranda em Psicologia pelo programa de Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano do Instituto de Psicologia da USP. Psicóloga no Acolhimento Integrado do Núcleo de Apoio ao Estudante da Faculdade de Medicina da USP.

Maico Fernando Costa é psicólogo FMUSP (Núcleo de Apoio ao Estudante – Acolhimento Integrado). Doutor em Psicologia e Sociedade pela UNESP/Assis-SP, correspondente no Brasil pela Fundação Analyse Pratique Psycho-Sociale (Paris-França) e membro do Laboratório Transdisciplinar de Intercessão-Pesquisa em Processos de Subjetivação e Subjetividadessaúde – Unesp/Assis-SP.

O Seminário é aberto e gratuito! Inscrições podem ser feitas enviando um e-mail com nome completo para o endereço: bemviverusp@gmail.com. O link de acesso será enviado no dia do evento para o e-mail dos inscritos.

Seminário Aberto 25/10: “Divulgação, Gestão e Segurança de Dados: desafios para a pesquisa científica contemporânea”

Grupo de Pesquisa: Psicologia e Relações Étnico-Raciais, convida para o seminário aberto:
“Divulgação, Gestão e Segurança de Dados: desafios para a pesquisa científica contemporânea”, apresentado pelo psicólogo Carlos Wesley.

Carlos Wesley é graduado em Psicologia pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM), Especialista em Clínica Hospitalar com ênfase em HIV/Aids pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP), membro da International Aids Society (IAS) e psicólogo clínico no Espaço Poiesis – Psicologia e Arteterapia.

O Seminário é aberto e gratuito! Inscrições podem ser feitas enviando um e-mail com nome completo para o endereço: bemviverusp@gmail.com. O link de acesso será enviado no dia do evento para o e-mail dos inscritos.

Após suicídio de aluno negro, professores da USP pressionam Universidade por políticas antirracistas e de bem-viver estudantil

Após o suicídio do universitário Ricardo Lima da Silva, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP), um grupo de professores negros da Universidade lançou uma carta com propostas para a promoção do respeito à diversidade e combate ao sucateamento da instituição.

O documento denuncia:

“1) inequívoca existência do racismo na USP;  

2) ausência efetiva de políticas públicas para superar o racismo;  

3) falta genuína de interesse por um verdadeiro acolhimento das pessoas negras pela/na Universidade  que resultariam em medidas institucionais para a resolução dos problemas há muito conhecidos”  

TRECHO DA CARTA

O manifesto propõe ainda como medidas necessárias à promoção do respeito a diversidade e melhoria do ambiente estudantil:

“1) criação do escritório USP-Diversidade Étnico-racial constituindo uma comissão permanente, com  recursos destinados a ela, que contenha professores de origem periférica, negros e negras para a  proposição e gerenciamento de pautas relativas à diversidade, inclusão e ao antirracismo na USP; 

2) serviço de assistência social e acompanhamento composto por especialistas conhecedores e  engajados ao tema das discriminações e do racismo;  

3) inclusão da diversidade como critério de mérito na composição de bancas para contratação,  avaliação de projetos de pesquisa, composição das equipes dos projetos, progressão na carreira e  demais e atividades na USP.  

4) atendimento urgente das demandas dos estudantes quanto à permanência, alimentação e moradia.” 

TRECHO DA CARTA

O grupo Bem-Viver USP, enquanto grupo de pesquisa diretamente voltado para a temática da saúde mental e qualidade de vida de estudantes em sua diversidade étnica, corrobora o conteúdo da carta e retifica a urgência de intervenções que promovam o bem-viver estudantil.

Além da carta, o grupo de professores lançou também um abaixo-assinado online que pode ser assinado por toda a sociedade, acesse e assine nesse link.

A carta pode ser conferida na íntegra abaixo:

Carta dos docentes negras e negros da USP: PELO RESPEITO À DIVERSIDADE NA USP!

Sociedades e instituições democráticas cujos princípios se assentam sobre direitos humanos, valores  republicanos e inclusão da diversidade buscam continuamente melhoria desses parâmetros, os quais  são entendidos como parte incontornável do processo civilizatório. A tardia adoção de políticas  afirmativas de cunho sócio racial trouxe aos campi da USP um contingente de estudantes negros jamais  visto nessa instituição.  

Apesar dos inegáveis ganhos atrelados a essas medidas hoje, na USP, infelizmente, o discurso de  importância da diversidade étnico-racial e a correspondente presença da população negra nos seus  campi ainda carece de práticas efetivas que inequivocamente acolham os valores enunciados e os  plasmem em atitudes e políticas antirracistas efetivas.  

As circunstâncias até aqui conhecidas que levaram ao desespero e ao suicídio anunciado do jovem  estudante negro no Conjunto Residencial da Universidade de São Paulo – CRUSP nos causou profundo  desalento, tristeza, comoção, compaixão, mas também indignação. Se não é por falta de  documentação e de pesquisas que ressaltam o estresse sofrido sobretudo pelos mais pobres, como  explicar a manutenção da exiguidade das condições enfrentadas pelas negras e negros periféricos que 

estudam da USP e precisam morar no CRUSP? Como os docentes da USP lidam com a diversidade nas  suas salas de aula? Quantas vidas mais perderemos após o imenso sacrifício vencido para estar na  Universidade? Por que a USP não acolhe as reiteradas sugestões do seu minúsculo corpo docente  negro? Essas são fruto de nossas vivências, pesquisas e dedicação incessante a toda sociedade  brasileira. Até quando o discurso da diversidade em nossa comunidade acadêmica irá ignorar o sangue  e as lágrimas derramadas pelas vidas negras decorrentes da:  

1) inequívoca existência do racismo na USP;  

2) ausência efetiva de políticas públicas para superar o racismo;  

3) falta genuína de interesse por um verdadeiro acolhimento das pessoas negras pela/na Universidade  que resultariam em medidas institucionais para a resolução dos problemas há muito conhecidos.  

Muitas universidades ao redor do mundo já perceberam a necessidade de convergência entre discurso  e prática, e os benefícios de políticas internas de valorização da diversidade e de acolhimento, de  educação e enfrentamento a abusos, assédios e discriminações étnico-raciais. Como podemos  entender o silêncio institucional em face da morte trágica do estudante negro? E que providências  serão tomadas para que tragédias análogas não se repitam?  

Nós, professoras e professores negros da USP, lamentamos profundamente que os inúmeros avisos,  pedidos, informações e clamores não tenham sido suficientemente levados em conta pela instituição.  E que as contínuas denúncias de racismo, assédio moral e falta de estímulo ao desenvolvimento das  potencialidades dos estudantes negros e periféricos tenham esgarçado a desesperança do jovem  negro, desencadeando a perda irremediável da sua vida tendo em vista inações e olhares impassíveis.  Para que a USP se translade do discurso à prática efetiva, urgimos:  

1) criação do escritório USP-Diversidade Étnico-racial constituindo uma comissão permanente, com  recursos destinados a ela, que contenha professores de origem periférica, negros e negras para a  proposição e gerenciamento de pautas relativas à diversidade, inclusão e ao antirracismo na USP; 

2) serviço de assistência social e acompanhamento composto por especialistas conhecedores e  engajados ao tema das discriminações e do racismo;  

3) inclusão da diversidade como critério de mérito na composição de bancas para contratação,  avaliação de projetos de pesquisa, composição das equipes dos projetos, progressão na carreira e  demais e atividades na USP.  

4) atendimento urgente das demandas dos estudantes quanto à permanência, alimentação e moradia. 

Conclamamos a administração da Universidade de São Paulo a não mais tolerar a continuidade do  racismo estrutural que vem ceifando vidas, adoecendo pessoas, desestimulando os esforços dos seus  quadros negros de servir na instituição e dificultando sobremaneira o pleno desenvolvimento das  potencialidades dos estudantes negros. E que o respeito, seriedade e afinco dedicados pela instituição  ao conhecimento também sejam empregados com o mesmo vigor nas políticas de valorização da  diversidade e de ações antirracistas recentemente assumidas.  

Assinam o documento as professoras e professores: 

Adriana Alves – IGc – USP 
Alessandro Oliveira dos Santos – IP – USP 
Dennis de Oliveira – ECA – USP
Eunice Almeida da Silva – EACH – USP
Eunice Aparecida de Jesus Prudente – FD – USP
Fernando Fagundes Ferreira – FFCLRP – USP
Gislene Aparecida dos Santos – EACH – USP
Ivan Cláudio Pereira Siqueira – ECA – USP
Márcia Lima – FFLCH – USP 
Rosenilton Silva de Oliveira – FE – USP

Grupo de Pesquisa Bem-Viver USP seleciona estudante de graduação para vaga de Iniciação Científica com bolsa FAPESP

O grupo de pesquisa Bem-Viver USP seleciona estudante de graduação para Iniciação Científica com bolsa Fapesp, com atuação no projeto: “Limites e possibilidades para o bem viver de estudantes negros em instituições de ensino superior”.

Esse projeto que tem como objetivo descrever e analisar o bem viver de estudantes em instituições de ensino superior, investigando seu bem-estar subjetivo, os episódios de preconceito e discriminação étnico-racial no ambiente acadêmico, os serviços de acolhimento e assistência psicossocial que são oferecidos pelas universidades, as formas de organização dos estudantes e o apoio oferecido por suas famílias para continuidade dos estudos.

O processo seletivo é de responsabilidade do professor Livre Docente Alessandro de Oliveira dos Santos e se destina a estudante de curso de nível superior na área de ciências humanas, com ausência de reprovações em histórico escolar e desejável experiência em pesquisa.

As inscrições devem ser realizadas até o dia 17/05/2021 até 23:59
Se interessou pela oportunidade? Acesse o edital completo para saber mais:

Relações Étnicos-Raciais e a Vivência dos Estudantes Amarelos

Nesse vídeo a aluna de Iniciação Científica e bolsista pela FAPESP Liliane Uratsuka, apresenta brevemente seu segmento de pesquisa: Relações Étnicos-Raciais e a Vivência dos Estudantes Amarelos.

Defesa de tese: Gustav Gustavovich Shpet (1879-1937) e a Psicologia Étnica na Rússia, por Alina Kaledina Ortega

A doutoranda Alina Kaledina Ortega, fará a desesa de sua tese “Gustavovich Shpet (1879-1937) e a Psicologia Étnica na Rússia” no dia 26 março de 2021 das 14:00 às 18:00. A banca avaliadora será composta pelo orientador Alessandro de Oliveira dos Santos. Gustavo Martinelli Massola (Especialista em psicologia social, psicologia socioambiental, constituição psicossocial da identidade e controle social), Ana Silvia Ariza de Souza (Especialista em psicologia sócio-histórica. Experiência no campo psi com saúde na perspectiva ético-política) Ilana Mountian (Especialista em epistemologia, metodologia, estudos de gênero, estudos pós-coloniais e psicanálise) e Valéria Nanci Silva (Especialista em psicologia social, desigualdade de gêneros; estigma e discriminação).

O resumo da tese de Alina pode ser lido abaixo:

“Situado no campo dos estudos sobre a influência e recepção, no Brasil e nos Estados Unidos da América, da psicologia produzida na Rússia, este trabalho teve como objetivo apresentar as principais ideias de Gustav Gustavovich Shpet (1879-1937) e refletir sobre o surgimento da Psicologia Étnica como abordagem significativa da psicologia produzida na Rússia, bem como acerca da ausência de sua continuidade.

Buscou-se investigar: (a) quais produções intelectuais influenciaram Shpet quando o autor formulou sua proposta de construção da Psicologia Étnica; (b) como Shpet entendia o objetivo e o método da Psicologia Étnica e quais eram os conceitos principais desta área; e (c) se houve diálogo entre as teorias dos psicólogos russos posteriores a Shpet e a proposta formulada por ele. Para isso, tomando como referência os métodos de pesquisa utilizados em estudos de história da psicologia, realizou-se o seguinte procedimento: foram selecionadas obras que influenciaram a produção criativa de Shpet e elaborou-se um resumo destas obras, contendo seus principais conceitos e ideias.

Em seguida, fez-se a tradução do russo para o português da obra “Introdução à Psicologia Étnica”, publicada em 1927 por Shpet, e, a partir dela, desenvolveu-se um resumo contendo os principais conceitos da Psicologia Étnica, seu objetivo e método de investigação.

Por fim, foi efetuada uma revisão bibliográfica tanto a respeito das abordagens da Psicologia Soviética que sofreram influência da Psicologia Étnica e das abordagens da Psicologia Social brasileira que sofreram influência da Psicologia Soviética, quanto em relação aos estudos interculturais e sobre raça-etnia realizados inicialmente pela Psicologia Social brasileira. Seguindo essa metodologia, chegou-se a algumas descobertas: as ideias dos pensadores alemães Wilhelm Wundt, Moritz Lazarus e Heymann Steinthal e suas propostas para construir a Völkerpsychologie (Psicologia dos Povos) foram as principais influências intelectuais de Shpet; o objeto da Psicologia Étnica, para Shpet, é a coletividade como atitude psicológica coletiva em relação à cultura; a Psicologia Étnica é proposta como uma ciência descritiva, cujo método envolve a análise e interpretação de signos; as pesquisas interculturais e étnico-raciais foram interrompidas na Rússia por um longo período, devido a questões políticas, e, por isso, a psicologia da União Soviética não incorporou a Psicologia Étnica. Embora a concepção de Shpet não tenha tido continuação, os principais conceitos propostos pelo autor, como coletividade, tipo coletivo, interação e identificação dialogam coconceitos da Psicologia Social contemporânea, como estereótipo, interação social e identidade.”

A defesa ocorrerá através da plataforma google meets e será aberta ao público.

Membros do grupo de pesquisa Bem-Viver USP são selecionados para o SIICUSP

Membros do grupo de pesquisa Bem-Viver USP, e bolsistas de Iniciação Científica pela FAPESP, são selecionados para o Simpósio Internacional de Iniciação Científica e Tecnológica da USP (SIICUSP). O evento anual tem como objetivo divulgar os resultados dos projetos de iniciação à pesquisa científica e tecnológica realizados por alunos de graduação de instituições de ensino nacionais e internacionais.

Os alunos Bruno Bones (que foi membro do grupo Bem- Viver USP), Liliane Miyuki Uratsuka e Diego de Miranda Estavam dos Reis (que são atualmente membros do grupo) apresentarão a pesquisa “Application of the subjective well-being scale in the university context: analysis of life satisfaction component”, que foi um dos projetos aprovados para a segunda etapa do evento que ocorre entre os dias 22 e 26 de março de 2021.

Para um dos autores, Diego: “Esta apresentação faz parte de uma estratégia de produção de dados substantivos que visa a demonstração empírica da necessidade de uma política de acolhimento e permanência que extrapole o apoio meramente econômico.”

Quanto ao processo de trabalho e desenvolvimento da pesquisa, Liliane ressalta que “O trabalho é resultado de uma construção coletiva entre estudantes – é desse encontro e troca que nasce uma pesquisa verdadeiramente viva. Sou muito grata aos meus amigos, Diego e Bruno, por compartilharem essa trajetória comigo”.

A lista completa dos indicados à segunda etapa do evento pode ser conferida no site do simpósico SIICUSP.

Bruno Simões – A matriz epistemológica latino-americana

Neste vídeo o Dr. Bruno Simões, conta um pouco sobre sua pesquisa de pós doutorado, intitulada: A matriz epistemológica latino-americana e o desenvolvimento de uma psicologia da descolonização latino-americana.

USP abre inscrições para disciplinas de pós graduação que discutem racismo, saúde mental, descolonização e demografia

Pesquisadores do Grupo Bem Viver USP ministrarão três discplinas no primeiro semestre de 2021. As disciplinas, com os títulos: A Psicologia Social na Compreensão do Racismo e Saúde Mental; Demografia e Análises Psicossociais; Epistemologias Latino-Americanas e Psicologia da Descolonização, ocorrerão de março à junho, por meio virtual através da plataforma google meets, e abordarão diferentes eixos temáticos do gupo, sendo uma excelente oportunidade para entrar em contato com o campo. Aleḿ disso elas estarão disponíveis tanto para alunos regularmente matriculados na USP quanto para interessados no geral.

Para alunos matriculados na USP as inscrições estarão disponíveis no sistema Janus de 22/02/2021 à 07/03/2021. Já os alunos especiais (não matriculados na USP) deverão: enviar Currículo com no máximo 2 (duas) páginas e Carta justificando o interesse para o e-mail ccppsicologiasocial@usp.br até 30 de janeiro de 2021. A seguir seguem as propostas pedagógicas das disciplinas.

A Psicologia Social na Compreensão do Racismo e Saúde Mental: A disciplina tem por objetivo apresentar aportes teóricos e metodológicos da psicologia social com vistas à compreensão do racismo e seus efeitos sobre a saúde mental de pessoas e grupos racializados. Tomando em consideração estudos teóricos e empíricos pretende oferecer subsídios para pesquisas voltadas à investigação da construção sociocultural das diferenças e desigualdades, mitigação do racismo e promoção da igualdade étnico-racial, saiba mais aqui.

Demografia e Análises Psicossociais: O curso irá atentar aos conceitos e técnicas do campo da demografia em sua interface e aplicabilidade à pesquisa de fenômenos psicossociais. Oferecerá ferramentas para a condução de análises e interpretações sobre as populações humanas com base em estudos de caso e exercícios práticos, saiba mais aqui.

Epistemologias Latino-Americanas e Psicologia da Descolonização: A disciplina tem por objetivo apresentar as matrizes epistemológicas do pensamento social crítico latinoamericano. Pretende ainda, constituir-se em espaço de estudos, pesquisas e debates favoráveis à constituição de uma psicologia da descolonização na América Latina, saiba mais aqui.

Esperamos vocês lá!